O conceito de ESG (Environmental, Social, and Governance) tem se destacado globalmente, tornando-se crucial para a gestão responsável de empresas e setores econômicos. No entanto, a ordem das letras e seus significados, e consequentemente as prioridades, estão sendo questionadas.
Por que GSE?
A sigla GSE (Governance, Social e Environmental), que antes era compreendida como o tripé Econômico, Social e Ambiental, foi revista após a pandemia da COVID-19.
Argumenta-se que, sem um ambiente econômico robusto, não há recursos para investir nas áreas social e ambiental. Essa lógica se alinha ao ditado de que sem dinheiro, não há negócios (No Money, No Business), indicando que empresas não lucrativas dificilmente conseguirão expandir seus investimentos sociais e ambientais. O **Turismo Sustentável: ESG como Pilar para o Desenvolvimento Responsável do Setor** é um exemplo de como um setor pode se beneficiar dessas práticas.
Para muitos, a pandemia apenas reforçou essa necessidade, sem realmente trazer uma nova perspectiva que justificasse a alteração da sigla. No Rio Grande do Norte, o **Turismo no Rio Grande do Norte Impulsionado por Estratégias e Sustentabilidade: Aeroporto de Natal Registra Melhor Desempenho Desde 2020** mostra a importância de aliar crescimento econômico com práticas sustentáveis.
O desafio, portanto, reside no equilíbrio. Muitas empresas, especialmente as menores, enfrentam dificuldades em adotar práticas de ESG devido à falta de recursos financeiros disponíveis. Um exemplo de iniciativa que busca alinhar economia e meio ambiente é o **Brasil Sedia 1º Encontro Internacional de Cinemas Movidos a Energia Solar**.
A maioria dos empresários reconhece a importância dos pilares social e ambiental, mas a viabilidade financeira é uma barreira significativa. Políticas de incentivo são cruciais, como demonstra o caso do **STF avança na sustentabilidade com usina fotovoltaica e economiza R$ 275 mil ao ano**.
É essencial incentivar a adoção de práticas ESG, mas é crucial reconhecer as limitações enfrentadas pelas empresas, especialmente as menores, que são maioria no Brasil. Ações governamentais e investimentos públicos são fundamentais para mudar essa realidade. No Rio Grande do Norte, a **Semana da Água Potiguar 2025: evento gratuito destaca a proteção hídrica no Rio Grande do Norte**, exemplifica como a conscientização e o engajamento público podem promover a sustentabilidade.
Políticas públicas como renúncia fiscal para projetos de energia renovável e para iniciativas de coleta, reciclagem e reutilização de resíduos, transformando-os em energia e adubo, seriam um grande avanço. Além disso, a **MPRN renova adesão ao Programa A3P para fortalecer práticas sustentáveis**, mostrando o engajamento do setor público com a agenda ESG. Projetos de **energia eólica offshore no Brasil avançam, e 2025 é apontado como ano crucial, segundo SENAI-RN**, destacam o potencial do país em energias renováveis.
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