CNU 2: Identificação por código de barras substitui preenchimento manual em cartões-resposta

CNU 2: Confira as novidades para a segunda edição do certame

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) anunciou uma importante mudança para a segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU 2): a adoção de um sistema de código de barras para a identificação automática dos candidatos nos cartões-resposta. Essa medida substituirá o antigo método de preenchimento manual das bolinhas com caneta preta, utilizado na primeira edição do certame.

A alteração surge após diversos relatos de candidatos que enfrentaram problemas ao marcar incorretamente o tipo de gabarito ou que se esqueceram de transcrever a frase exigida no cartão-resposta. Segundo a ministra Esther Dweck, o novo sistema garante que cada prova seja automaticamente vinculada ao candidato correto, eliminando as chances de erros. "Não é o nome ou número de inscrição, mas a máquina consegue ler e garantir que aquela prova pertence àquela pessoa. Queremos que os candidatos se preocupem apenas com o conteúdo da prova, não com formalidades burocráticas", explicou a ministra.

Anonimato e agilidade na correção

Com a implementação do código de barras, cada caderno de questões terá um código único, permitindo a identificação do candidato sem expor seus dados pessoais aos corretores. O objetivo principal é assegurar a imparcialidade no processo de correção e evitar possíveis fraudes. Além disso, espera-se que a nova tecnologia otimize a correção das provas e a divulgação dos resultados. A modernização de serviços públicos, como essa, é essencial; inclusive, Natal busca modernização de serviços públicos e revisão da legislação do Parque Tecnológico Metrópole Digital.

Na primeira edição do CNU, a divulgação dos resultados finais ocorreu 194 dias após a aplicação das provas, devido a um acordo judicial que permitiu a reintegração de 32.260 candidatos ao processo. Com a nova tecnologia, a expectativa é que os prazos sejam significativamente reduzidos.

Edital unificado e previsão para 2025

Outra novidade para o CNU 2 é a publicação de um edital unificado para todos os blocos temáticos. Na primeira edição, foram publicados oito editais separados, cada um correspondendo às áreas das vagas oferecidas pelos 21 órgãos participantes.

A previsão é que o termo de referência para a escolha da banca organizadora seja divulgado em abril, e que as provas sejam aplicadas no segundo semestre de 2025. A ministra Esther Dweck manifestou interesse em manter a aplicação em agosto, devido à menor incidência de chuvas no país. Ela também confirmou que não haverá concurso em 2026, justificando que "por ser ano de eleição, é muito mais difícil realizar o concurso. Temos que homologar todos os resultados antes do início do período eleitoral". Inclusive, para quem está se preparando, é bom ficar atento: Concurso Público Nacional Unificado: MGI Alerta para Golpes e Confirma Edital até Março de 2025.

Novas carreiras e expectativa de vagas

O primeiro CNU ofertou 6.640 vagas e atraiu mais de 2,11 milhões de inscritos. Para 2025, o MGI confirmou a inclusão de duas novas carreiras transversais de nível superior: Analista Técnico de Justiça e Defesa e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico. Essas funções poderão ser exercidas em diferentes órgãos da administração pública federal. O MPRN é premiado por inovação em TI e inteligência artificial no Enastic MP, mostrando a importância de profissionais qualificados nessa área.

A lista de cargos e o número total de vagas para o CNU 2 ainda estão sob análise do ministério.

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